Continuação review rápida sobre a OMExpo, parte 1 neste post.
Conceito de Ad Analytics: do Ad Serving a Web Analytics ou como controlar, analisar e optimizar todos os seus canais de comunicação e de marketing online.
weborama – Luis Castanho
Weborama empresa francesa com 11 anos
Tem 55 empregados
O conceito de ad analytics
website > web analytics
display > ad serving
> e-mailing
> tracking
> adwords management
ad analytics vem uniformizar, integrar e standardizar os vários canais
Na prática como é que se integra
1) stratégia e planeamento
2) tracking dos diferentes canais
3) análise dos comportamentos
4) ajustamento da campanha aos targets
ad serving + tracking + adwords management + web analytics = ad analytics = optimização dos investimentos online
Ad analytics – vantagens:
controlo, análise, optimização
- Controlo
visão global 360º
tracking dos próprios elementos publicitários
boa difusão de todos os canais promocionais
- Análise
eficácia e o ROI
deduplicação dos contactos
impacto
outras méticas
único reporting, sem consolidar diferentes relatórios, com todos os indicadores chave
impacto das campanhas de banners/branding
- Optimização
priviligiar os canais que melhor respondem aos objectivos da campanha
optimizar a rotação de banners
[fim da apresentação]
Perguntas:
P: Está alguma coisa pensada para mobile devices
R: com browser é a mesma coisa
P: entrada no mercado português?
R: parceria com a markteste
+
explicação de conceitos
-
apresentação pouco motivadora e muito centrada no que faz a weborama
Como tirar partido da internet para aumentar os resultados
Edigma Marketing Online – Miguel Oliveira
3 conceitos
glope strategy
touch marketing
search marketing
“há muito barulho associado ao search marketing”
“é complicado decidir entre modelos de telemóveis”
glope strategy
abordagem glop
1ºtentar perceber negócio do cliente
2ºse está esclarecido relativamente ao que quer atingir
touch marketing
abordagem integrada
Edigma houve evolução de empresa de serviços para empresa de produtos
exemplo de produtos de montra interactiva
search marketing
“neste confusopólio para o consumidor”
“numa corrida ao ouro quem ganha mais são quem vende as picaretas”
Há 3 tipos de empresas:
“empresas que tentam levar os seus clientes onde eles não querem ir”
“empresas que ouvem os seus clientes e depois respondem às suas necessidades”
“e empresas que levam os seus clientes aonde eles ainda não sabem que querem ir”
gary hamel
“o futuro interessa-nos porque é onde queremos passar o resto da nossa vida”
visão da edigma
lider global de touch marketing
touch marketing business model
“limite não é o céu mas o budget do cliente”
SEM é uma mais valia fundamental especialmente para PME’s
A quem se dirige?
PME’s ou marcas com fortes estratégias de internet
Empresas SEM:
necessidade de comunicar mainstream
Casos
Empresa industrial
negócio base cerâmicas
evento – lançamento de nova linha margres live
identificar bem os negócios da empresa
objectivo era observar os três eventos em simultâneo
MARGES Live
exemplo representante tinha que se registar no website e dava entrevista colocada no youtube, que o comercial via online e podia servir como “elemento desbloqueador”
Exemplo Portal Corporativo da Barbot
escolher fotografia e escolher a cor
potenciar as componentes de interactividade
Share marketing world
“importante para a Edigma trabalhar em network”
Edigma é uma empresa tecnológica mas também com uma componente de marketing
“falta possibilidade de partilhar com o cliente o que é possível fazer” o que podemos fazer, como vamos medir os resultados
Exemplo de loja optimus casa da música
é uma loja interactiva, configurador de telemóvel
o que é importante para o cliente: peso, preço.
P: como marketeer estou preocupado como vou medir,
R: este mundo novo também leva ao desenvolvimento de mecanismos..
(R)evolução – como a Internet está a revolucionar o Marketing
Actual Sales – André Macedo
introdução à Actual Sales
gráfico com projecções das várias componentes para ano de 1999 e 2011, com vários meios tv, internet, rádio, etc
Termos Obsoletos
audiências
notoriedade
imgem de marca
sondagens
repetição
* audiências (background do slide é imagem de sala de cinema cheia nos anos 50-60)
O negócio está no no bilhete
já não interessa quem está a ver, quantas é que se levanta para ir comprar
erro culpar só crise financeira para justificar
que valor efectivo é que estou a gerar quando promovo um evento?
* notoriedade
para quê recordar quando se pode googlar e comprar?
memórias não pagam dívidas
caso do iphone: quanto é que a Apple gastou em publicidade em televisão
Quem comprou iphone ia comprar independentemente desse investimento. O asset está feito.
notoriedade está morto, reputação
* marcas que não deixam marca
notoriedade != reputação
imagem de serviços web
serviços propagam-se pela sua
mesmo que grite flickr muitas vezes não tem impacto
* sondagens
perguntar não vende
hoje em dia faz pouco sentido fazer sondagem para saber como introduzir
desenvolver 7 sites da Logo
fazer testes AB
passados 4 horas sabia qual é o impacto
lead designer google demitiu-se porque a google escolhe conforme o que tem mais aceitação e acha que isso desvirtua um bocado a sua função
“mas é para aí que caminhamos”
“publicidade não é uma arte é uma ciência”
* mais do mesmo (imagem de frangos de aviário)
se mostrar 20x a mesma coisa à mesma pessoa ela eventualmente vai comprar
as deduções são incorrectas, não estão a vender mais, estão é com a campanha a apanhar mais pessoas com a campanha
a técnica não é a repetição mas a variedade dos conceitos
Substituição de conceitos
audiências – acção
notoriedade – imediato
sondagens – tentativa
imagem de marca – white brand
repetição – variedade
lançar campanhas em vários meios e fazer tracking para cada um
exemplo: vende-se mais com crédito já.com do que com a marca original
a barragem de cliente não, criar a aparência de diversidade
criar 7 ou 8 novas marcas e designs diferentes e o resultado da soma é muito maior do que a soma da multiplicação
“o consumidor sente-se irracionalmente seguro com variedade das marcas / na multi-marca/ na falsa ilusão de diversidade”
!!! muito interessante
* acção
“vou dizer que não faz sentido medir audiências na internet”
não é dizer tenho 100000 eur para gastar, é eu quero gastar 5 eur por registo e quero 20000 registos
“tenho que dizer estou disposto a pagar X por X test drives realizados”
* imediato
tem uma componente interessante até perniciosa, se clicou no meu banner
aproveitar essa inércia para transformar isso numa proposta de valor e reter os dados que eu julgo ser importantes para fazer meu negócio
não quero que o utilizador se lembre de jogar microjogo, isso para shareholder é residual
o que eu quero é aproveitar inércia para transformar esse movimento para uma acção não precisa ser comprar produto mas pode ser presença num evento, etc
* tentar tentar tentar
sondagens é importante porque tinha planeamento e produção
com internet é tudo diferente
tentar indefinidamente até ficar satisfeitos
* no logo
exemplo de site na UK que factura 250milhoes de euros e tem um site ranhoso, mas tem vários
usabilidade é muito mais importante do que imagem do que aquilo que sou confrontado
* vender mais = mais vendas
“o cliente tem mais resposta com ilusão de maior oferta”
Referência ao livro “cientific advertising”, pergunta de quando é à audiência
R: 1911
Refere livro de henrique agostinho
repetição de revolução que aconteceu há 100 anos
quando não usamos ciência em relação à publicidade criamos ineficiências
e quem ganha não é o cliente nem agência é a cadeira de valor
[slide actual sales em branco só a dizer "ActualSales"]
No momento em que podemos medir tudo: “se a criatividade é atraente, se design está bem feito” e assim o que faz sentido é pagar por resultados.
Pede às pessoas que estão em marketing há muito tempo sobre novas formas
actualsales.com/revolucao
P: se ainda faz sentido de criar valor de marca? (pergunta era muito mais longa mas o core é este)
R: marca tem muito valor, valor no sentido em que apple e google têm valor
marcas têm valor é preciso
P: clientes que descobrem marca branca é marca que não gostam?
R: criar notorieadade, a favor de campanhas de lançamento dos produtos
notoriedade sim, mas também se constrói sem campanhas de lançamento
P: mínimo budget “para fazer alguma coisa”
R: têm clientes psi20 com negócio mínimo ou porque o canal é mau, geram leads mas do outro lado não pegam no negócio. Hà vários clientes que eram 3 pessoas. O mérito está no produto, portanto o que conta é o produto e não a empresa.
P1: “como remuneram a vossa equipa?”
R: 50% são através dos resultados gerados
são quase 30 pessoas e está em crescimento
Garantir que a empresa tem os incentivos alinhados
P2: “vocês não estão sozinhos na cadeia, precisam do cliente”
Agências de vendas online.
Em alguns casos montam-se negócios em parceria com o cliente. Ninguém conhece melhor o subproduto do que o cliente. Mesmo em organizações grande há keypeople que percebem bem como funciona o produto.
Têm especialistas em vendas,
Há casos (poucos) em que o produto não é vendável pelo canal seja internet ou outro canal.
Exemplo prosegur vender alarmes com alarme e mensalidade
Tentativa1:
quer proteger a sua casa por 14 eur/mês?
formulário morada, etc
resultado 0
tentativa2:
quer avaliar riscos da sua casa?
tem grades? tem
quer ser contactado por um especialista?
resultados explodiram
Tenho que experimentar se quero ter sucesso, para alcançar resultados.
Sobre esta apresentação:
+
apresentação que suscita pensamento crítico
fomentar a experimentação
em suma: muito interessante
“Quem não puder reformar-se dentro de 10 anos, tem de aprender a anunciar na Internet.”
-
acho que ainda falta para já o Proof of concept, se bem que para mim esta será a empresa com maiores perspectivas de sucesso das apresentadas na OMExpo
Adapting your marketing to fight the first recession of the Digital Age
full six – Fréderic Colas
trabalhou em portugal em 1996 na procter & gamble
Invited The Recession Monster
tips and tricks fight this guy
the digital revolution has disrupted the entire marketing landscape
consumers changed in their minds/heads
consumers rely more on friends, rely on the opinion of others
[As a result of these changes, marketing, and communication can (and should) change]
Agile, dynamic and reactive
[gráfico com ad money, time spent by consumers, influences brand/product choice) por tv, internet]
Then the Recession Monster has appeared… and these changes are acceleration… with no turning back
Consumers know they will have to make choices
82% internet users to make decisions on what they buy
Consumers have decided to push back investments
On all areas they dont’s personally consider vital
Consumer trust in the establishment (brands) has decreased
Media vendors are going to be under pressure
ANd try to replicate the only Growing model: Cost Per Action
advertisers will want to protect their bottom line
The 10 Golgen RUles of Marketing during the first recession of the Digital Age
#1 Expose & explain your brands % products’ value for money
#2 Leverage your competitor’s investments
#3 Measure, Optimize, Measure, Optimize…
#4 Don’t panic, Cut only what you can’t measure.
#5 Get the low hanging fruits (customers) first.
#6 Build and leverage your ambassador’s network.
#7 Don’t just entertain, engage!
#8 And make sure you listen to your customers
#9 Build trust and confidence through clarity and transparency
#10 Escape from the middle
#1 Expose & explain your brands % products’ value for money
exemplo debitel (low cost operator) (simpleo)
cheap but it’s good
the simplest, the cheapest
vídeo da simpleo com música excelente que não me lembro do nome (air? moderat? royksopp?)
Exemplo ClubMed
all inclusive
recession goes against club med
all inclusive is repeated to inform
compara apples with oranges
#2 Leverage your competitor’s investments
Woolworth
“Doing business in this same spot for over fifty years”
Exemplo Virgin responde à British Airways
Exemplo da Whirlpool vs LG
LG tinha campanha LG wash machine
Whirlpool comprou Steam wash machine
#3 Measure, Optimize, Measure, Optimize…
Exemplo amazon sempre a optimizar a caixa de checkout
sempre a melhorar spots de tv (it’s the spirit of the internet)
#4 Don’t panic, Cut only what you can’t measure.
the biggest shift in a downturn is towards accountable media – this is typically means a greater spend
ONLINE
#5 Get the low hanging fruits (customers) first.
it’s stupid spend lot of money on new clients
tv coverage great range,great. but we dont care about you
be present at the right time (ex: pizza hut fácil comprar pizza online)
ex: netflix
#6 Build and leverage your ambassador’s network.
one negative opinion equals 3 guys saying nice things
Economist (ou outra revista de referência, não me lembro bem do nome)
#7 Don’t just entertain, engage!
Exemplo Starbucks
Exemplo Burger King
remove 10 friends = 1 whopper
facebook stopped it’s not the spirit
#8 And make sure you listen to your customers
Tropicana orange juice
“Who cares about talkin about orange juice package online? yes people do that”
Exemplo Please fix the iphone (site)
#9 Build trust and confidence through clarity and transparency
Ad pain killer
Exemplo getsatisfaction
DELL
brincou com o antigamente customer service dizia ao cliente “you are doing it wrong, it’s only you. Get lost!”
#10 Escape from the middle
“A lot of companies chosen to downsize. We chose a different path”
Steve Jobs
O meu prof de estratégia referiu várias vezes a questão das empresas stuck in the middle. Não me vou esquecer desses bons ensinamentos.
#11 Move fast
Dig the recession hole.
+
apresentação agradável e interessante
-
pouco tempo disponível
Roundup e conclusões
Gostei da apresentação do Paulo Barreto, porque foi dinâmica e interessante conseguiu focar no essencial o porquê de apostar no online marketing. Acho é que existe uma falácia com a sua argumentação de apostar na internet (puxando a brasa à sardinha do youtube) em vez da TVI com base no vídeo da manuela moura guedes vs marinho pinto. O vídeo só foi visto no youtube porque a TVI o produziu para além disso o youtube não tem o direito de exibir aquele vídeo, bem vistas as coisas está a actuar à margem da lei porque o vídeo foi uploadado por alguém que não respeitou o copyright. Pensem nisso.
Para mim a melhor apresentação foi do André Macedo da Actual Sales, foi a apresentação que mais capacidade teve de suscitar o pensamento crítico e pôr a massa cinzenta a pensar e a realmente pensar o futuro. Muitas das outras apresentações basearam-se muito, de forma deliberada ou não, nos produtos e serviços que as empresas oferecem, e a Actual Sales por meio de uma apresentação dinâmica, mais arrojada e desafiadora dos conceitos ou cânones do marketing fez isso de uma forma quase sub-reptícia, em que vendeu muito bem o seu produto.
Resta-me também agradecer ao maistrafego.pt porque foi graças ao concurso “O Mais Tráfego leva-te à OMExpo Lisboa” que estive presente no evento.